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quinta-feira, 19 de maio de 2011

"Eu quero a sorte de um amor tranqüilo

Com sabor de fruta mordida

Nós na batida, no embalo da rede

Matando a sede na saliva.

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia"

Mudanças.

Já não sei o que pensar. Já não sei o que falar. Simplesmente não sei o que sentir.
Queria poder gritar para o mundo todo e saber o porquê de tantas coisas... Tenho que me reprimir e calar-me para não contagiar as pessoas ao meu redor da minha imensa "tristeza" (se é isso que posso denominar o que estou sentindo).
Só queria que pelo menos uma vez na vida tudo continuasse da forma exatamente como está e não retroceder... Sim, estou sofrendo com antecipação. Mas não cabe a mim, querer voltar a uma coisa que foi deixada para trás... Sou completamente contra a isso!
Se for para mudar que seja para melhor, mais nunca mesmo voltar pra trás. Não me conformo definitivamente não me conformo.
Seu eu pudesse já viveria minha vida sozinha... Mas, infelizmente não tenho condições financeiras pra isso ainda mais se eu já tivesse... Como seria diferente.
Infelizmente dependo do meu pai financeiramente então não tenho controle total da minha vida.

Queria tirar esse peso, essa angustia de mim, esse sentimento que está me sufocando diariamente. Não suporto a infelicidade.

Eu sei que Deus tem algum plano na vida da minha família... Mas será isso mesmo?! as vezes penso que meu pai está quebrando esse plano... Seria possível quebrar um plano de Deus que já estava em nossas mãos?! Pergunto-me isso todos os dias. Eu queria apenas uma resposta e nada mais.

Não é questão de orgulho ou uma reputação a zelar... É simplesmente o fato de não aceitar andar para trás.

De alguma forma, a qual eu não sei tudo acabará bem.

domingo, 15 de maio de 2011

Deus sabe o que faz, ele tem um plano na vida de cada pessoa.
Mesmo se esses planos não estiver em "nossos" planos, não temos que questionar e sim aceita-los.
Ele sabe o que é o melhor p nós.

Deus sabe o quanto eu queria que tudo na minha vida e da minha família fosse diferente... Tudo é tão difícil... poderia ser mais fácil.

Cada dia um novo dia... e assim vai!!
Sei que ele tem o melhor p mim...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

FELICIDADE REALISTA

De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares? Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

Martha Medeiros

terça-feira, 3 de maio de 2011

Como eu definiria a saudade: um sentimento horrível.

Como eu definiria a paixão: algo que te faz perder a cabeça por um bom tempo fazendo com que você ache que é o amor, mas no fim descobre que era simplesmente um sentimento passageiro que estimula vários sentidos do seu corpo e por fim você se acha uma idiota por ter sentindo isso ou se for uma paixão correspondida haverá grandes chances de se tornar um amor, mas se for apenas paixão um dia irá acordar e ver que não queres mais a pessoa por quem se apaixonou.

O amor: O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade! Tudo sofre tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. (I Coríntios 13:8)